A praça, o velho homem tocando violão em uma barbearia; futuro previsto.
As crianças na garagem, sentadas em um antigo sofá, uma brincadeira, um sonho; futuro incerto.
O cão negro deitado ao pé da porta no sujo tapete.
A casa que avistei, o telefonema que não recebi.
Uma outra mulher me da a palavra
de Deus, como se desejasse converter-me e convicta de suas mensagens.
Na rua, tinha gente por toda parte.
Parte real, parte sonho.
Enquanto via a mata ser consumida pelas chamas, eu queria corrigir o mundo, mas ele não me corrigia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário