Esteves em todos os abraços, enquanto que o amor mais antigo se imitava nos pseudos amores, só para sentir mais uma vez... Só assim um possível esquecimento em vão...
Mas que na história das paixões, você fica mais óbvio, sempre aparecendo, se mostrando, se prevalecendo... E os falsos romances, só mascaram aquilo que mais precisas...
De uma saudade que vai e vem, sempre, dentro d’outros olhares... Seus instintos tão obscuros, que enquanto sóbrio, não percebia, o quanto a noite, ainda estava vazia...
E quando chama pelo teu nome, atendes sempre que se desejam.
O obsoleto, o desejo e a noite cai, com o soneto e cordas...
O vinho ainda estava cheio e tua mente pedia por tudo, soando tão estranho...
Cada nota, soava ao vento e entre um e outro, era sempre o mesmo.
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